Durante um episódio de How I Met Your mother, Robin pensa que Ted a está propondo em casamento ao ver um anel dentro da taça de champanhe. Mas ele conta que aquele anel não é dele. O homem da mesa vizinha diz que lhe pertence e propõe à mulher de sua mesa em casamento. Essa proposta foi real e arquitetada pelo próprio homem com a produção do programa sem que ela soubesse. Que pedido inesquecível, não?

Hugh Laurie admitiu em The Actors Studio que quando leu o roteiro para House pela primeira vez (que ainda não tinha o título de House M.D.), ele acreditou que Wilson era o protagonista da série. Ele simplesmente não conseguia acreditar que um homem como Gregory House pudesse ser a estrela do seriado médico.

É comum que em séries os atores acabem ficando famosos por papéis que originalmente não haviam pretendido. Em Grey's Anatomy, Sandra Oh (Cristina Yang) originalmente desejava o papel de Dra. Bailey. Já Isaiah Washington (Dr. Burke) disse em "The Oprah Winfrey Show" que tentou o papel de Dr. Shepherd.

Casamento de verdade House... ou Wilson? Troca-troca em Grey's Anatomy
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Para quem não se cansa, vamos falar de Glee.

A série que faz um sucesso estrondoso já desde o ano passado, está agora em sua segunda temporada e traz aos telespectadores uma temática que, para muitos, está já para lá de batida: o High School norte-americano. Mas não se deixem decepcionar por aí, folks, pois a proposta de Glee é até bastante ousada. Trata-se de uma série de comédia musical. Para os fans de musicais, um prato cheio, sem dúvida. Para os que detestam musicais, é algo para se conferir assim mesmo, uma vez que, diferente dos musicais que vemos por aí, as músicas de Glee não entram no meio das falas (ou seja, nada de diálogos cantados) e, além disso, traz somente músicas que tocam por aí, geralmente famosas em suas respectivas décadas, misturando todos os tipos de pop, rock, country e clássicos. Antes que sejam comparados também à famosa trilogia musical de pré-adolescentes High School Musical, deixe-me ressaltar que o objetivo em Glee é outro. Enquanto na trilogia o foco são os belos, charmosos e populares da escola (ou pelo menos inteligentes pra caramba), na série veremos como protagonistas os maiores alvos de bullying nas escolas dos EUA. Em um resumo de poucas palavras: nerds, gays, negros, deficientes, gordos, chatos, feios, excêntricos, entre outros.

Produzida pela FOX, a série começa na realidade com a execução do plano de um humilde professor de Espanhol do colégio McKinley High School, William Schuster (Will, para os colegas, Mr. Schue, para os alunos), que decide reviver o Glee Club (o coral) da escola. Considerando-se o costume norte-americano de achar que somente os perdedores participam do grupo, o começo para o professor é bastante complicado. Entram para o Glee Club logo no primeiro episódio os protagonistas da série, naturalmente: Mercedes Jones (negra e acima do peso), Kurt Hummel (gay), Artie Abrams (cadeirante), Tina Cohen-Chang (gótica, gaga e asiática) e Rachel Berry (garota estranha que se acha a maior estrela da Terra por saber cantar bem). Todos eles são os perfeitos excluídos na escola que vêem no Glee Club a chance de subirem na fama escolar. Todos querem os solos, querem provar que podem, querem andar com os jogadores de futebol e com as líderes de torcida. Um resultado esperado? Eles não se dão bem no começo. Percebendo que o grupo recém-aberto está às vias de ser um fracasso total, Will convence (leia-se chantageia) o capitão do time de futebol da escola, Finn Hudson, a entrar para o grupo quando escuta sua bela voz no vestiário masculino.

A trama vai além disso, é claro. Para começar, o diretor da escola, Figgins, apenas aceita que Will reabra o grupo se ele (o professor) puder vencer o campeonato nacional de Glee Club com aquelas crianças. A treinadora das líderes de torcida, Sue Sylvester, decide que vai acabar com o grupo a qualquer custo. Por quê? Simples, ela não gosta do Will e é a caricata "vilã" da história. Will tem ainda um esposa, Terri, e tem uma queda nada disfarçada pela psicóloga da escola, a cheia-de-TOCs Emma Pillsbury, que também gosta dele e que tem como admirador nada secreto o treinador do time de futebol, Ken Tanaka. Finn, por ser o capitão do time de futebol da escola, é também o garoto mais popular e namora a garota mais popular, a capitã das líderes de torcida (as cheerios), Quinn Fabray, que nada mais é do que uma arrogante insuportável nesse começo. Com Finn vem seu melhor amigo e também jogador de futebol, Noah Puckerman. E com Quinn Fabray, vêm outras duas cheerios, Santana Lopes e Brittany S. Pears.

Elenco explicado, as aventuras se seguem, com os dramas pessoais de cada um e, principalmente, a evolução das personagens que começam como esteriótipos fixos e que, aos poucos, vão se aprofundando e se tornando cada vez mais próximas de nós mesmos (ainda que tudo muito caricato).

Para quem gosta de música, o legal ainda é poder ouvi-los cantando suas próprias versões de músicas das bandas que conhecemos por aí: Aerosmith, Queen, Beck, Lady Gaga, Madonna, Tina Turner, Kiss, Britney Spears, Deep Purple, The Beatles, Barbra Streisand, entre outros.

Ainda tem o fator especial de ser bastante engraçado, cheio de humor negro e acessível à todos os públicos.
Um detalhe importante: eu não gosto de comédia.

Confiram abaixo o trailer da primeira temporada:



A partir da segunda temporada, que estreou nos Estados Unidos no dia 21 de Setembro de 2010, novos personagens foram inclusos, muita coisa mudou, mas basicamente, tudo continua da mesma maneira. Abaixo, a promo da segunda temporada:




E, para os que estão acompanhando ansiosamente, aí vem o próximo episódio, chamado "Never Been Kissed"! Confiram a promo do 2x06:



SPOILER
Kurt ganhará seu primeiro beijo gay nesse episódio! Ansiosos? Eu também.


É isso aí, Gleeks!
Continuem com a gente!

Minha avaliação da série: ótima para sensacional
Minha dica: assistam, é sério.


ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS

Justo quando a gente pensou que já havia visto de tudo... vem esse episódio de Glee. Totalmente inovador, a começar pela primeira cena, que nem cena é. Mas vamos por partes. The Rocky Horror Glee Show foi um sucesso instantâneo. Inclusive entre os membros do elenco.

"Rocky Horror may be the fun most I've had to date.....hope you enjoy!"
(Rocky Horror poder ser o episódio mais divertido que eu já fiz... espero que gostem!)
Dianna Agron (@alittlelamb), a Quinn Fabray, em seu estado de muita sonolência, tentou deixar claro o que pensou sobre o episódio (adaptações para a concordância do tweet dela).

"How many times have I seen RHPS?? Enough times to stock a small Q-Mart with supplies! Rocky Horror Glee Show tonight!!!"
(Quantas vezes eu assisti Rocky Horror Glee Picture Show? O suficiente para encher um Q Mart* de suprimentos! Rocky Horror Glee Show hoje à noite!!!)
Chris Colfer (@chriscolfer), o Kurt Hummel, declarou o seu vício pelo episódio a níveis de exagero puro.
* Q-Mart é uma espécie de supermercado de alimentos, mas se chama "Super Q Mart" e ele chamou de "Small Q Mart", querendo dizer que seria uma versão reduzida da franquia.

A revista americana Rolling Stone também deixou sua opinião:
"The Rocky Horror Glee Show the best episode yet!"
(O melhor episódio até agora!)


O bafafá não foi à toa.

É preciso ressaltar que eu não vi The Rocky Horror Picture Show original e presumo que a maior parte dos fans brasileiros também não. O que não nos impede de curtir o episódio como um todo. A título de curiosidade, esse é o site oficial do show original: http://www.rockyhorror.com/. Eu entrei, dei uma olhada nas fotos, mas não tive o empenho de ler tudo sobre o show. De qualquer modo, serve bem para compreender algumas das objeções que os personagens fazem no episódio.

Bem, o episódio começa com a cena de uma boca, com os lábios pintados de vermelho, cantando uma música. Por mais bizarro que isso possa parecer, ao acessar o site oficial do show a gente descobre que a boca é uma coisa deles. Terminada a música, aparece o bizonho título "The Rocky Horror Glee Show" e inicia-se o que parece ser um espetáculo, entrando em cena Rachel e Finn devidamente caracterizados e cantando. Mas a cena é interrompida por Carl (alguém lembra dele? O dentista bonitão, namorado atual da Emma), que entra gritando com o Will, que apenas assiste da arquibancada. O motivo? Will estaria se aproveitando de Emma. É mole ou quer mais? Daí o episódio vai para o começo de tudo, de onde surgiu aquela bizarrice toda.

Tudo começou, portanto, com a Emma contando para o Will que Carl a levou para assistir o Rocky Horror Picture Show, que aparentemente é um musical grotesco sexual de Halloween, e que, embora fosse totalmente divergente do TOC de limpeza e organização dela, Emma teria adorado. É nesse momento que Will percebe que Carl na verdade faz bem à sua amada (ambiguidade permitida, visto que ela é a amada dos dois). E então, num rompante de inspiração, o professor de espanhol diz que ele estava justamente fazendo esse show com as crianças do Glee Club. O resultado é que Emma fica chocada porque o show não é apropriado para elas, mas Will insiste que fez tudo certinho.

Feito isso, ele convoca o grupo e os convida a participarem. Rachel se adianta e diz que ela e Finn interpretarão Brad e Janet, que sem graça alguma, são os mocinhos sem sal da história. Will sugere que Kurt seja o bizarríssimo máximo do show, o travesti Dr. Frank-N-Furter (foto ao lado da figura), que fica ofendido ("só por que eu sou gay?") e recusa o papel. Mike, o "other-asian", é quem se candidata a interpretá-lo, mas no final das contas quem fica com o papel (e nos traz um SHOW) é Mercedes.

Enquanto Will luta para fazer os pais e a diretoria da escola (e os próprios membros do Glee) concordarem com o show, Sue resolve comprovar sua teoria de que arte é feita apenas para ganhar dinheiro e passa a apoiar seu arquiinimigo na tarefa. Hilário é pouco para descrever a relação desses dois. Temos também a presença da graciosa Becky, que está virando uma Sue Sylvester em miniatura e decide se vestir dela no Halloween. É muito engraçado vê-la ameaçando acabar com os planos do Will se ele não lhe der chocolates (sim, chocolates).

Da parte dos estudantes, temos outros conflitos. Finn e Sam passam o episódio inteiro preocupados (principalmente o Finn) porque terão que aparecer sem camisa no show. Finn se acha fora de forma e Sam (que concorda que o Finn está fora de forma), começa a achar que está gordo (um absurdo completo, com aquele tanquinho ultra-definido).

Aliás, esse episódio foi cheio de corpos masculinos.

Além dos dois alunos aparecerem sem camisa, o próprio Will Schuester também nos dá uma ideia do que ele tem a mostrar. Tentando se aproximar de Emma a qualquer custo, Will decide também participar do musical (já que Carl acaba entrando para o elenco em um papel muito másculo e sexy). Alegando que Sam estava desconfortável com o papel, Will pega o lugar dele e pede a Emma que o ajude a ensaiar (foi, aliás, por causa dessa recusa, que Sam começa a achar que tiraram o papel dele porque ele está gordo). Nessa cena muito caliente, Emma nos mostra um lado muito mais sexy do que o que poderíamos esperar dela. Ela canta, se insinua e ainda arranca a camisa de Will no processo. E enquanto os dois "ensaiam", Santana e Brittany observam tudo pela janela, fazendo elas mesmas os backin' vocal da música que Emma canta. Atenção para o nome sugestivo: "Touch-a Touch-a Touch Me".

Fans de Brittana, fiquem felizes, as duas estão cada vez mais próximas e esse episódio mostra bem isso.

No final das contas, Will percebe que o show não é de fato apropriado para as crianças, pede desculpas a Emma, admite que Carl a faz bem (e que se ele a ama, ele tem que deixá-la ser feliz), e cancela o show que seria apresentado na escola na festa de Halloween. Sue Sylvester detesta a decisão, é claro, uma vez que por causa dela, seus planos vão por água abaixo. No entanto, Will decide que o Glee Club ainda poderá fazê-lo, para eles mesmos, sem mostrar aos outros.

Assim, termina o episódio com a apresentação de uma das música, em que quase todos os personagens cantam e que cujos solos principais são de Kurt Hummel e ninguém menos que Quinn Fabray. Para quem queria a loirinha cantando mais, esse episódio foi um prato cheio. E diferentemente de todos os outros episódios de homenagem a alguma coisa (ou alguém), em The Rocky Horror Glee Show, todos mundo teve a chance de cantar, cantar mesmo, em solos. Fora os figurinos, é claro, impecáveis.


Audiência do episódio: 11 milhões.
Minhas avaliação: episódio ótimo para sensacional. Eu, particularmente, adorei.
Músicas cantadas no episódio:
"Damn It, Janet" por Finn Hudson e Rachel Berry com Quinn Fabray, Mercedes Jones e Kurt Hummell
"Science Fiction" por Santana e Quinn Fabray
"Sweet Transvestite" por Mercedes Jones
"There's a Light" por Finn Hudson, Rachel Berry e Kurt Hummell
"Touch-a Touch-a Touch Me" por Emma Pillsbury com Santana Lopes e Brittany S. Pierce
"Whatever Happened to Saturday Night" por Dr. Carl
"Time Warp" por Finn Hudson, Kurt Hummell, Quinn Fabray, Brittany S. Pierce, Artie, Tina Cohen-Chang e Santana Lopes


Review por Kate.

O mais novo membro do elenco da série musical Glee, Chord Overstreet, que representa o novato Sam, foi convidado pela revista americada PlayGirl a posar nu (ou quase isso).

O site Gossip Cop foi o responsável pela divulgação da notícia, dizendo que o pessoal da revisto está mais do que empolgado com a possibilidade de ele aceitar. “Ele é o típico exemplo do visual americano, atleta e bonito, pelo qual a nossa revista ficou conhecida. Gostaríamos que ele posasse de cueca, mas nossos leitores vão querer que ele mostre pelo menos o bumbum. Eu pessoalmente daria mais 50 mil para mostrar o resto”, teria dito um representante da revista.

Além do loirinho Chord Overstreet, outro membro do elenco de Glee, Mark Salling (que representa na série o sexy Noah Puckerman), também seria um dos alvos para ganhar a capa. Todavia, até agora nenhum dos dois atores respondeu, mas é de se imaginar o que diriam os conservadores do conselho de pais americano. Sendo Glee uma série que representa personagens do High School, ver os atores aparecendo pelados por aí não é exatamente o maior sonho das mães dos fans.

Kate.

 
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