Durante um episódio de How I Met Your mother, Robin pensa que Ted a está propondo em casamento ao ver um anel dentro da taça de champanhe. Mas ele conta que aquele anel não é dele. O homem da mesa vizinha diz que lhe pertence e propõe à mulher de sua mesa em casamento. Essa proposta foi real e arquitetada pelo próprio homem com a produção do programa sem que ela soubesse. Que pedido inesquecível, não?

Hugh Laurie admitiu em The Actors Studio que quando leu o roteiro para House pela primeira vez (que ainda não tinha o título de House M.D.), ele acreditou que Wilson era o protagonista da série. Ele simplesmente não conseguia acreditar que um homem como Gregory House pudesse ser a estrela do seriado médico.

É comum que em séries os atores acabem ficando famosos por papéis que originalmente não haviam pretendido. Em Grey's Anatomy, Sandra Oh (Cristina Yang) originalmente desejava o papel de Dra. Bailey. Já Isaiah Washington (Dr. Burke) disse em "The Oprah Winfrey Show" que tentou o papel de Dr. Shepherd.

Casamento de verdade House... ou Wilson? Troca-troca em Grey's Anatomy
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O episódio dessa semana de Gossip Girl certamente foi a definição do que é “quente” nessa série. Foram aproximadamente 40 minutos de pura tensão sexual entre os casais, que acabou com uma cena final pra lá de “excitante”. Tudo que posso adiantar por enquanto é que um clássico piano de cauda esteve envolvido. War at the Roses teve a direção de Joe Lazarov, atingindo a audiência de 1.82 milhões de telespectadores.

Achei melhor começarmos pelas partes boas, então por que não começar com meus favoritos? Bem, neste episódio estaremos festejando o aniversário de 20 anos de Blair Waldorf (Parabéns, Blair!), e é claro que uma Queen Bee como ela (“Abelha Rainha” para aqueles que não estão familiarizados com os termos utilizados no Upper East Side) não deixaria de promover a festa mais badalada de Manhattan só pra variar. Quem imaginou que os preparativos de uma grande festa poderiam ser estressantes ainda não viu Blair Waldorf organizando uma festa em um período de abstinência de brigas com Chuck Bass. Acontece que os dois acabaram oficializando a trégua deles em cartório e tudo – a cena mais parecia a discussão de um contrato de divórcio e foi realmente hilária – , com uma pequena ajuda dos seus sempre amigos Serena e Nate, e como constavam nos termos, Blair fez questão de convidar Chuck para a sua festa. Porém, tudo que é bom sempre dura pouco e, durante a comemoração, um certo vídeo embaraçoso da aniversariante foi exibido para os convidados, e em quem vocês acham que ela pôs a culpa daquela brincadeira de mal gosto? Uma nova troca de farpas rolou entre Blair e Chuck, mas embora Dan – sim, aquele Dan que tinha dado uma lição de moral na irmã episódio passado – tivesse assumido a culpa pelo ato de má fé, não foi o bastante para evitar que o casal se encontrasse no fim do episódio e o clima esquentasse entre os dois. Primeiro, com declarações fervorosas de ódio mútuo para depois seguirem-se amassos selvagens sobre o piano de cauda. Pois é, quem disse que apenas uma linha tênue separa o amor e o ódio com certeza estava falando desses dois. Se esse é o primeiro passo para a reconciliação eu mal posso esperar pelos outros. O que posso adiantar, e isso eu confirmo após ter visto a promo da próxima semana, é que essa relação de “inimigos com benefícios” ainda vai dar muito o que falar, e assistir (ainda bem).

E já que citamos o Dan no último parágrafo, tenho que dizer que estou mesmo muito insatisfeita com a regressão que ele teve do episódio passado para este. Quero dizer, depois de ter dado toda aquela lição de moral na Jenny por ela ter novamente se inclinado para o seu lado “bitch”, fazendo-a cair na real, eu não esperava que ele mesmo fosse contradizer completamente suas próprias palavras e tentar aplicar um golpe em Blair e Chuck. Não é assim que a banda toca não, meu chapa. Quando você teve sua chance de apoiar sua irmã em sua vingança pessoal, você decidiu ser superior a tudo isso, e agora quer pagar tudo na mesma moeda? Que vergonha, Humphrey! Felizmente, e eu espero que continue assim, Dan reconheceu que sua atitude fora completamente infantil e decidiu tirar um tempo para permanecer no Brooklyn e repensar sobre suas atitudes. Ao contrário do que eu tenho visto de opiniões por aí, eu não acho que o Rufus foi muito severo ao comparar Dan com Blair, Chuck e Nate depois do que ele fez. Dan sempre fora cheio de princípios e essa foi a primeira vez em que eu o vi francamente querer fazer o mal pra alguém simplesmente porque acha que pode – não que a Blair não merecesse às vezes ser envergonhada em público, mas expô-la dessa maneira foi baixo, até para o Dan. De qualquer forma, ele prometeu se comportar. Vamos ver até quando essa promessa vai durar.

Como último tópico, eu tenho que dizer que a trama Nate/Juliet/Ben/Serena/Colin/... vem me deixando cada vez mais confusa, então vou tentar simplificar com o que eu entendi. No fim das contas, Juliet não é contratada de Colin, mas sim sua prima. É Colin quem paga suas contas e sustenta os estudos da prima, mas ele aparentemente desconhece que Juliet e Ben estão tramando algo contra Serena, ou melhor, ele desconhece até que Juliet tem falado com Ben na prisão – aparentemente ele também não curte muito o primo. Até um certo momento, Juliet não tinha a menor noção de que Serena e Colin estavam tendo um caso, mas eventualmente ela acaba descobrindo e se vê numa senhora sinuca de bico: de um lado, seu irmão Ben, clamando por justiça – ou melhor dizendo, vingança por algo que Serena fez contra a família deles e que até o momento não foi revelado – e pedindo para que Juliet, de alguma forma, consiga provas de que Serena está tendo um caso com um professor; e do outro Colin, seu primo, podendo ter sua carreira, assim como a fonte de seu sustento posta em risco por ser flagrado em um caso com uma aluna. Não bastasse a expectativa em saber se Juliet realmente vai entregar Serena e o primo Colin à reitoria, ainda persiste o mistério sobre o porquê de tanta vingança e ódio no coração desses irmãozinhos. E onde entra o Nate nessa história toda? Bom, ele continua sendo a barata tonta da vez não tendo a menor noção do que está acontecendo. A única coisa boa que aconteceu foi ele descobrir sobre a ligação entre Juliet e Colin e, principalmente, sobre Serena e Colin, de modo que a qualquer momento ele pode contar a Serena o que viu.

Apesar da confusão, o episódio rendeu vários questionamentos, o que eu particularmente adoro. Contudo, eu espero que toda essa espera pela conclusão do que, de fato, é todo esse mistério em torno da vingança dos irmãos Juliet e Ben valha à pena. Quanto à trama de Blair e Chuck, vejo um ótimo futuro pela frente, finalmente (e se vocês assistirem a promo do próximo episódio “Juliet Doesn’t Live Here Anymore” também verão). Se vocês tiverem alguma opinião sobre o episódio, que tal fazer uma escritora feliz deixando o seu comentário?

Minha avaliação: Ótimo para sensacional


O episódio desta semana de Gossip Girl contou com o retorno de uma personagem do elenco original que pensávamos estar banida para sempre de toda essa trama. E com um título como esses, fica bem mais fácil saber de quem estamos falando. Easy J trás de volta o maior pesadelo de Blair, literalmente. Jenny Humphrey retorna à cidade por apenas um dia para uma entrevista para uma escola de estilismo. Seu visual continua sujinho e ela realmente precisa aprender a maneirar um pouco na maquiagem, mas parece que passar as férias em Hudson a tornou uma pessoa mais zen, o que realmente contribui pra que a gente esqueça um pouco o quão péssima ela estava na última temporada.


Obviamente, que assim que soube da notícia, Blair Waldorf não encarou aquela infração de seu regime de banimento perpétuo numa boa e resolveu deixar as regras bem claras para Little J. reafirmando que se dependesse dela, a loira platinada nunca mais pisaria na ilha. Quem também ficou sabendo da notícia do retorno de Jenny foi Chuck Bass, e quem apostou que ela iria virar o motivo principal para que o ex-casal 20 da história e atuais arquiinimigos mortais começacem um novo confronto, acabou de ganhar um doce. Depois de uma sucessão de demonstrações explícitas de vingança de nível colegial, tendo Jenny como a vítima da vez, foi justamente ela – pasmem – quem acabou sendo uma peça crucial para o fim da guerra entre Blair e Chuck – e soltem os fogos de artifício – que já estava ficando bem cansativa apesar de só ter durado mesmo dois episódios. Na minha opinião, pontos positivos para a Jenny por ter finalmente tomado a decisão certa, embora ela tivesse contado com a ajuda de seu irmão Dan, ao invés de seguir à favor do curso do rio e quase se deixar transformar novamente naquela “bitchzinha” insuportável que ela costumava ser (é nisso que dá colocar poder demais nas mãos de quem não tem capacidade para controlá-lo). Creio que esse episódio foi só uma prévia para uma nova Jenny que está para ressurgir e ser novamente admitida no Upper East Side. Só esperamos que ela aproveite com moderação sua vida agora que está novamente com a ficha e a consciência limpa.


Quanto a Blair e Chuck, aproveitando que eles foram citados, depois que toda confusão com a Jenny finalmente acabou e ambos ouviram umas verdades, eles perceberam que não valia mais a pena continuar com essa guerrinha boba e acabaram aceitando a trégua. Se isso é um sinal de que agora eles estão mais próximos da reconciliação ou não, isso ainda não sabemos, mas pelo arrepio na espinha da Blair, eu imagino que vontade é o que não falta nesse coraçãozinho.


Quem estava esperando por mais uma tramóia armada pela nova vilã Juliet, teve uma decepção, ou não, pois nesse episódio ela deu um descanso para a galera do elenco original e decidiu só usar os métodos lights de mentira e enganação com o Nate. Gente, chega a ser inacreditável com o Nate consegue cair em todas as mentiras que ela conta. E por mais que ele demonstre o mínimo de desconfiança por ela, basta um olhar de cãozinho abandonado e ele já se derrete e esquece até mesmo do porque desconfiar. Vai ser trouxa, viu! Apesar disso, fica cada vez mais evidente que Juliet está sentindo algo por Nate, o que se mostra um empecilho e tanto para Ben, que já percebeu a fraqueza de sua irmã e está fazendo de tudo para manter o foco da garota em sua vingança pessoal, que até então não sabemos o motivo. De qualquer forma, a trama dos dois já está tomando um rumo meio chatinho, até porque você cansa de ver a que nível de babaquice o ser humano pode chegar quando se trata de outra pessoa que se suspeita gostar, e o Nate continua meio perdido e sem destaque nas tramas. (Suspeito que ter se tornado amigo do Dan não tenha sido uma boa pra ele afinal de contas, tadinho.) Até o pai dele tem mais destaque que ele na trama (sim, o capitão está de volta nesse episódio).


Agora vamos falar um pouco sobre os outros personagens, tipo a Serena, por exemplo. Pra variar um pouco, ela está tendo problemas com homens. A bola da vez é Colin, um cara que sempre roubava os táxis de Serena porque nutria uma queda inexplicável pela loira, de pernas longas e sorriso encantador, mas isso não é nenhuma novidade quando se trata da Serena. Depois de passar a noite com ele, ela acabou descobrindo que Colin seria seu professor na universidade. Quem já não estava esperando por isso, por favor, se mate. De qualquer forma, a Serena deve ter probleminhas, porque uma pessoa que passa a noite, uma única noite, com um cara o qual descobre no outro dia ser seu professor da faculdade e diz que pode estar “gostando dele” assim, sem mais nem menos, tem que ser muito iludida da vida (nem eu, que sou libriana, sou tão volúvel assim). Quem colocou um pouco de juízo na cabeça dela foi sua própria mãe, Lily, que num golpe de gênio resolveu usar um pouco de psicologia reversa e depois de dizer que Serena só conseguiria o que queria na vida porque era “bonita e burra” – usando, claro, palavras de sutileza e classe para exprimir aquele pensamento – fez com que Serena repensasse um pouco sobre se importar um pouco menos sobre garotos e começar a se preocupar um pouco mais com seu futuro. Eu só espero que isso tenha servido um pouco para que ela deixe de ser essa personagem vazia, que praticamente só serve para dar exemplo do que não fazer num relacionamento ou de com quem nunca se relacionar.


E já que começamos a falar do Colin, a grande bomba do episódio foi a descoberta de que ele contratou Juliet. Sim, nossa vilã, que está a todo custo tentando destruir a vida de Serena a mando de seu irmão Ben, está trabalhando para o novo namorado da dita cuja. Que mundo pequeno, não? Será que todos tem alguma relação com a destruição da vida social dela? Ou teria sido esta apenas uma estranha coincidência? Bom, o jeito é aguardar os episódios que estão por vir.

Minha avaliação: Bom para Ótimo.

Review por Deeh.

 
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