Durante um episódio de How I Met Your mother, Robin pensa que Ted a está propondo em casamento ao ver um anel dentro da taça de champanhe. Mas ele conta que aquele anel não é dele. O homem da mesa vizinha diz que lhe pertence e propõe à mulher de sua mesa em casamento. Essa proposta foi real e arquitetada pelo próprio homem com a produção do programa sem que ela soubesse. Que pedido inesquecível, não?
Hugh Laurie admitiu em The Actors Studio que quando leu o roteiro para House pela primeira vez (que ainda não tinha o título de House M.D.), ele acreditou que Wilson era o protagonista da série. Ele simplesmente não conseguia acreditar que um homem como Gregory House pudesse ser a estrela do seriado médico.
É comum que em séries os atores acabem ficando famosos por papéis que originalmente não haviam pretendido. Em Grey's Anatomy, Sandra Oh (Cristina Yang) originalmente desejava o papel de Dra. Bailey. Já Isaiah Washington (Dr. Burke) disse em "The Oprah Winfrey Show" que tentou o papel de Dr. Shepherd.
Casamento de verdadeHouse... ou Wilson?Troca-troca em Grey's Anatomy
Assistindo a promo, já dá para ter uma idéia que o episódio dessa semana de Smallville vai ser intenso. De acordo com algumas fotos promocionais e recentes spoilers (que não darei aqui), esse promete ser um dos melhores episódios da temporada. O título é polêmico e pela promo, podemos ver que haverá um bom foco em Tess. Confira:
"O passado nos define O passado... Nos caça"
Teremos a participação de Teri Hatcher (a Lois Lane de Lois & Clark) como mãe da nossa querida Lois Lane (Erica Durance), entre outras participações especiais. Entre elas, teremos novas (contei quatro) inimigas. Sim, todas do sexo feminino. E pelo que me consta, todas de histórias da DC Comics. Então, não seja beste e não perca esse episódio, porque falar do passado dos nossos personagens prediletos em meio a novas inimizades promete um ótimo episódio.
No próximo episódio de Brothers & Sisters, 5x07 - Resolved, que será exibido pela ABC no próximo domingo, 07 de novembro, temos, inicialmente, um foco maior em Nora, como podemos ver na promo que vem a seguir:
Além de Nora conhecer o psiquiatra da rádio, Dr. Karl, ela ainda terá que lidar com uma briga entre Kitty e Sarah, como podemos ver na própria promo.
SPOILERS Outros dois arcos envolvidos nesse episódio são: - Justin, que se interessará ainda mais em ajudar Holly ao ser fisgado pela nova enfermeira da amnésica. Já estava na hora de Holly voltar a aparecer. Quando eu mais imaginei que fosse ver o problema dela se desenvolver na série, ficamos sem Holly em B&S. - Kevin e Scotty! Sim, por favor! Depois daquele episódio tenso da semana passada, precisávmaos ter uma continuação dessa trama, concordam? E quem parece que vai ajudá-los nessa reconciliação é justamente Page! Sim, a filha de Sarah que vem se tornando cada vez mais importante na série.
Expectativas? Fico feliz que o Justin vai encontrar alguém, aparentemente e pela continuidade da trama do casal Kev e Scotty sem necessariamente colocá-los como foco principal do episódio. E... GO NORA!
Este post contém spoilers. Trago aqui o review do episódio 4x06, All In The Family, spoilers do episódio seguinte e promos e sneak peeks. Além, é claro, dos meus comentários a respeito. Se você não assistiu ainda o episódio All In The Family, de Private Practice, talvez seja melhor não ler. Se você já assistiu, mas não quer saber o que vem a seguir, leia só o review dele para não vir me culpar depois. Aqui depois do review de All In The Family, partirei direto para as implicações dos acontecimentos no próximo (e mais importante) episódio, Did You Hear What Happened To Charlotte King? E se você, assim como eu, tem como personagem favorita da série a sexóloga cheia de atitude Charlotte King, então talvez, assim como eu, você vá ficar bem abalado com o que vem a seguir.
All In Family começou e seguiu do mesmo jeito que quase todo episódio de Private Practice segue: casos médicos diferentes, conflitos entre os médicos do elenco, descobertas sobre o passado tenebroso deles e por aí vai. Acompanhamos Addison brigando com Sam (e quem mais discordasse dela) com relação ao marido que engravidou a esposa em coma (eu tenho que concordar com ela que o marido era doentio, mas enfim); Violet querendo descobrir a qualquer custo o que faz com que Pete odeie tanto a mãe e o irmão; Cooper tentando convencer Charlotte de que ele não a está pressionando para ter bebês (quando está sim) e Pete e Charlotte tentando convencer um paciente HIV positivo gay que frequenta prostitutos a contar a verdade para sua esposa. Até aqui - tirando os conflitos bizarros -, tudo absolutamente normal. Brigas, discussões, sexo pra fazer as pazes, tudo nos conformes de Private Practice.
Addison insiste com Sam que briga no trabalho se leva pra casa porque ela não sabe separar os sentimentos. E ele, para fazer o que diz para ser feito, no final do episódio vai para a casa dela (que havia feito greve de sexo) mesmo com a notícia que ela acabou de dar de que denunciou o marido que engravidou a esposa em coma para a polícia por abuso sexual. Ela pergunta se ele não ficou brabo e Sam responde que está puto, mas que isso é assunto de trabalho e que, portanto, eles brigariam no dia seguinte.
Pete, após tantas insistências de Violet, revela o grnade segredo de sua família. Sua mãe era bastante... como posso dizer? Fogosa. Tanto que ele nem sabe quem é o pai dele. E seu irmã (Adam) vivia encobrindo as cagadas dela. E a casa, pra variar, vivia cheia de homem. Até um dia em que um dos namorados da mãe chegou e passou a morar com eles. Esse cara foi como um pai para o Pete. Até o dia em que, naturalmente, ele se cansou das estripulias da namorada/esposa e se preparou para sair. Ela, em briga, pegou uma faca e acabou assassinando-o. O irmão mentiu por ela na corte e por isso ela foi presa por crime não-intencional. Resumo: Pete considera que a família dele é praticamente podre.
No pronto-socorro, Pete havia se deparado com um acidente de carro com dois feridos, um homem e um rapaz mais jovem que se feriu bem mais. Depois acabou descobrindo que o rapaz era um prostituto. Enquanto isso, Charlotte liberava uma paciente dela para ter bebês após a recuperação de uma cirurgia de bexiga. Descoberta? O homem do prostituto era o marido dela. Conversa vai, conversa vem, descobrem que ele é HIV positivo e o convencem a contar a verdade para a esposa. A gente acaba descobrindo que o tal prostituto era mais que isso, era um namorado de fato e que os dois se amavam. A esposa, muito compreensiva, diz que imagina o sofrimento do marido e acaba desejando que ele seja apenas feliz.
Em suma, uma bom episódio, com desfechos felizes ou pelo menos tranquilos.
Até o final.
Tudo havia se resolvido bonitinho, muito bem, Charlotte tinha até perdoado o Cooper e estavam os dois combinados de fazerem O sexo de fazer as pazes, quando chegamos à cena final. Charlotte está sozinha em seu escritório, olhando toda felizinha para a foto d'ela mesma com o Cooper que ela possui na mesa (foto principal do artigo, olha lá) e se preparando para ir pra casa. Ela arruma as coisas, apaga a luz do escritório e fecha a porta para ir embora. Nesse momento, alguém (um alguém masculino) a golpeia com violência, tampa sua boca para impedi-la de gritar e, ainda sendo desnecessariamente violento, a empurra de volta para dentro do escritório, fechando a porta atrás de sim. Fim. Trágico? É, pois é. Vamos ao que vem em seguida.
Extremamente abismada com o que li por aí, resolvi compartilhar. A verdade é que a personagem mais fantástica da série será brutalmente violentada. Por quem? Não sabemos. Por quê? Não sabemos. O que sabemos é o seguinte: isso não será fatos para fazer com que ela e Cooper se separem. Aliviados? Eu nem tanto.
Vamos à promo do próximo episódio:
"You need to prepare yourself". Addison dizendo isso ao Cooper e ele reagindo daquela maneira é simplesmente absurdo. Mas vamos lá. Aos fatos de fato.
Charlotte, pra começo de conversa, só contará à Addison o que de fato aconteceu. A versão que ela contará aos outros será de que foi um simples assalto em que o assaltante exagerou na metodologia. Motivo? Não quer contar ao noivo, Cooper. E provavelmente tem vergonha, como acontece com as vítimas desse tipo de violência.
É de se preocupar o que isso afetará na personalidade dela. Quem acompanha sabe: Charlotte é máquina de fazer sexo. É sexóloga também. É forte, é decidida e tem um sotaque de derreter corações. Ela é extremamente cativante, apesar do gênio dificílimo de tratar. O que é que esse acontecimento vai fazer com ela? Só o tempo nos dirá, porque algo me diz que a criadora da série, Shonda Rhimes, não vai contar muita coisa pro público além do que já sabemos por aí.
Separei, para os angustiados com o que veremos amanhã (como eu), os quatro skeak peeks que saíram sobre o episódio. Sneak peeks, pra quem não sabe, são "espiadinhas rápidas" no episódio, ou seja, uns dois minutos corridos de algumas cenas. Acompanhem:
Intensos? Sim, também achei. Neles vemos o estado em que Charlotte foi encontrada por Pete, a chegada de Addison ao hospital, como Addison descobre o que de fato aconteceu e, é claro, um pouco dos pensamentos de um atarantado Cooper.
Mas sabe quem mais tem algo a dizer? A própria Charlotte! Ou melhor, KaDee Strickland, a atriz que tão fabulosamente interpreta Charlotte King. Ela foi entrevistada a respeito disso e conta como é difícil para as mulheres violentadas falarem sobre o que aconteceu e, principalmente, darem queixa na polícia. KaDee fala ainda dos sentimentos da Charlotte, das dificuldades que ela terá e em como isso talvez a aproxime ainda mais do noivo. É também perguntada sobre o sotaque marcante e revela que é de Patterson, Georgia. O sotaque é dela mesma!
Aqui nós vemos também a desculpa que a Charlotte dá ao Pete, de que foi apenas um assalto e não o que realmente aconteceu. "Me dê um band-aid e estarei novinha em folha". Isso é muito Charlotte, sério.
Só nos resta esperar, agora. O novo episódio, 4x07, sairá amanhã nos EUA e deverá estar disponível na internet logo em seguida. As legendas costumam chegar só depois. Algo me diz que esse episódio será o mais marcante da temporada.
Depois que assistir eu venho fazer o review.
Minha avaliação do 4x06: ótimo Minha expectativa para o 4x07: sensasionalmente triste e angustiante
Para os fãs assustados de Grey's Anatomy, vamos recapitular um pouco o que andou acontecendo. No último episódio da série, na quinta-feira passada, dia 28 de outubro, tivemos notícias que podem preocupar os mais desatentos e desavisados. Após um episódio atípico, tivemos uma revelação ao final que envolvia Arizona e Callie, surpreendendo muita gente. Bem, vamos esclarecer um pouco o que aconteceu, afinal.
Descobrimos durante o episódio que a Dra. Robbins ganhou um prêmio, o Carter Maddison Grant. Com essa premiação, Arizona poderia se tornar médica na África. Lembrando que a nossa pediatra preferida se inscreveu para esse prêmio antes mesmo de conhecer Torres, o que, na época, era uma atitude ousada, mas considerada normal. No último episódio, entretanto, ficou bem claro que a Dra. Torres não se sentia muito à vontade com a idéia de sua amada ir par aa África, mesmo que ela quisesse. E para finalizar, ao fim do episódio, elas entram num consenso e Callie resolve acompanhar Arizona nessa experiência.
O que foi um choque para os fãs de Grey's Anatomy pode se transformar apenas em um leve susto. Muitas pessoas especularam a saída das duas, mas nada foi confirmado ou divulgado. Não podemos esquecer que no fim de Outubro, Jessica Capshaw teve sua segunda filha, Eva Augusta Gavian. Como sabemos, os episódios são gravados com semanas ou até meses de antecedência, portanto, se formos parar para pensar, Jessica Capshaw deve ter parado algum tempo antes de sua barriga começar a ficar mais evidente e, obviamente, mais difícil de ser disfarçada.
Sendo assim, podemos considerar que essa saída de Arizona pode ser apenas pela licença maternidade de Jessica, que revelou que gostaria de passar um tempo com sua filha. Sabemos que ela ficará de fora de pelo menos dois episódios e fará participações pequenas em outros. Então, ao que parece, fãs da Dra. Arizona Robbins podem ficar tranquilos, que, em breve, ela voltará. Já Callie Torres deve voltar no décimo episódio, de acordo com as sinopses dos episódios de Greys Anatomy.
07 O episódio desta semana trás de volta a trama Teddy-Ian que tem dado o que falar nos últimos tempos o que, eu confesso, está mudando minhas opiniões quanto ao fato desse relacionamento entre os dois personagens realmente acontecer ou não. Também temos novidades sobre o caso de Naomi e Sr. Cannon e a verdade sendo revelada por Ivy à Dixon finalmente. Confiram no review logo a seguir:
A situação do Teddy está ficando cada vez mais complicada. Além da Parker, a garota que o comprou no leilão beneficente, ter saído espalhando pela escola o boato de que ele não havia “comparecido” como deveria na noite em que eles passaram juntos, por mais que ele peça para reatar o namoro, Silver não está disposta a dar o braço a torcer de jeito nenhum, deixando o garoto desconsolado mais uma vez. Pra completar, a “sensação” de que tem algo rolando entre Teddy e Ian está ficando cada vez mais visível, embora o tenista esteja com receio do que isso possa realmente significar e, por isso, esteja tomando as decisões mais erradas, embora sejam as mais fáceis, para se distrair do que quer que esteja começando a sentir pelo outro rapaz. Desta vez, Teddy procurou refúgio nas drogas, mas felizmente Navid e Dixon estavam por perto para tentar fazer ele cair na real de que se drogar não é uma boa, e que isso pode por sua vida em risco. Confesso que somente a partir desse episódio eu estou começando a considerar que o relacionamento entre Teddy e Ian possa realmente dar certo. O Trevor Donovan tem feito um ótimo trabalho interpretando um Teddy confuso e indeciso, não apenas quanto a sua sexualidade, mas sim sobre quem ele realmente é no fim das contas. Acho que sua interpretação está muito mais convincente e realista do que, por exemplo, a fase lésbica relâmpago da Adrianna, e também ao contrário da fase drogada dessa personagem, acho válido que o Teddy busque outros meios de fuga, inclusive os extremos, para tirar da cabeça o que quer que ele sinta pelo Ian. Pô, o cara era o garanhão de Beverly Hills até uma temporada atrás. Ele deve, no mínimo, estar surtando por achar que pode sentir o mínimo de atração por um outro garoto. De qualquer forma, será que daqui pra frente o Teddy vai pensar um pouco antes de beber/se drogar para esquecer o que sente pelo Ian? Ou será que ele irá enfrentar esse sentimento e ver no que isso vai dar?
O armário vizinho ao de Navid é ocupado por uma garota nova a qual aparentemente conhece Navid e vice-versa – embora ele não lembre a princípio – e que não se sente muito feliz em tê-lo encontrado. O garoto fica encucado com aquilo por um bom tempo, mas não vai descobrir tão cedo de onde ele conhece aquela garota. Na verdade ele tem outras coisas com que se preocupar, como a premiação da escola na qual concorre ao prêmio principal contra Harper, aquela loira baixinha da boca gigante que se acha boa demais para perder para qualquer um. E, de fato, ela acaba levando a melhor... mas apenas porque Navid abriu mão do prêmio após ter visto uma discussão entre Harper e seu pai minutos antes da entrega do mesmo. Diante daquela revelação, Silver acaba ficando admirada – até demais- com a atitude de Navid e eu poderia apostar que ela até se sentiu meio atraída pelo senso altruísta do rapaz. Mais tarde, ao se deparar novamente com a garota misteriosa, Navid finalmente a reconhece como sendo uma das garotas que atuaram em um dos filmes de seu pai (que, pra quem anda perdido na história, é um famoso diretor de filmes pornô). O problema é que ela é menor de idade. O que isso pode significar? Por que a garota ficou toda nervosinha com o Navid e disse que ele tinha acabado com a vida dela? Tipo, em geral você atua num filme pornô porque quer e não porque foi obrigada a isso (ela, pelo menos, não pareceu ter sido obrigada a nada). E será que Silver vai ficar com o Navid eventualmente (claro, depois que ele acabar com a Adrianna por ela estar sendo muito fútil por causa da própria carreira)? Tantas perguntas...
Naomi finalmente decide denunciar Sr. Cannon por tê-la estuprado, e tem o apoio de Ryan que testemunha em seu favor. Contudo, a policial afirma que mesmo o testemunho do professor não tem muita validade, pois ele apenas confirma a presença do Sr. Cannon e de Naomi na noite do estupro, além de poder ser questionado pelo fato do professor estar bêbado na noite em questão, o que fez com que eles regredissem para algo próximo à estaca zero. Pelo menos, com o inquérito aberto, Naomi conseguiu com que Sr. Cannon fosse suspenso de suas atividades como professor, mas Ryan acabou tendo o mesmo destino. A suspensão pareceu ter despertado o que há de pior, se é que existe algo pior que isso, em Cannon, que chegou a ameaçar Naomi nos corredores da escola e até mesmo ameaçar Oscar quando este duvidou que o professor estivesse falando a verdade sobre suas origens. Oscar, numa de suas tentativas para dar em cima de Naomi – sim, minhas caras, Oscar vai permanecer na série por enquanto e com a mira bem apontada para nossa diva Naomi – acaba revelando suas suspeitas sobre a origem de Sr. Cannon, o que também despertou um pouco a pulguinha de curiosidade da loira. Os dois acabam se juntando na tentativa de encontrar algo sobre Cannon baseado nas suspeitas de ambos e o que eles acharam conseguiu pôr a polícia atrás do professor no intuito de prendê-lo. Infelizmente, eles chegaram tarde demais e o Sr. Cannon teve tempo de fugir. Apesar das palavras reconfortantes de Silver ao dizer que “Está tudo acabado” e “Você não vai precisar vê-lo nunca mais”, eu duvido que Sr. Cannon tenha ido por bem para longe. Algo me diz que ele vai ficar rondando e assombrando a vida de Naomi, transformando a vida dela num pesadelo maior ainda do que já vinha sendo. Mas é apenas um palpite. Quanto ao lance Oscar/Naomi, eu realmente queria que ele estivesse interessado nela e eu gosto da ideia dela pisando nele. Ambos estão tendo o que merecem no fim das contas.
E falando em Oscar, Ivy não ficou nem um pouco satisfeita – também, pudera – que ele permanecesse na escola, e mais, no país, depois do que ele fizera com ela e com sua mãe. Apesar do pedido meio chinfrim de desculpas dele, ela disse que não queria que ele chegasse perto dela nunca mais, e foi o que ele fez durante todo episódio, embora isso nunca dê certo nas cenas em que o Dixon aparece (por que será?). Dixon não percebeu que alguma coisa estava rolando entre Ivy e Oscar. Na verdade, ele estava feliz demais por ter voltado com Ivy, pois acreditava que foi mais do que uma generosidade a garota ter voltado com ele depois de ele ter mentido sobre o que se passara em sua vida. Por algum tempo ele ficou na ignorância, mas em certo momento Ivy não agüentou esconder a verdade e revelou para o namorado que na noite em que eles acabaram ela dormiu com Oscar. Depois dessa revelação, tudo o que Dixon fez foi sair andando sem olhar para trás. Não me admirara a atitude dele. Como eu já tinha dito, foi um vacilo sem tamanho da Ivy. Pô, ela era virgem! Que desespero todo era esse pra perder a “inocência”! Mas desabafos a parte, eu realmente tô gostando demais da Ivy e do Dixon, e não quero que os dois terminem mal ou separados para sempre, viraram um dos meus casais favoritos. Mas, apesar disso, eu acho que o Dixon vai passar um bom tempo sem perdoar a Ivy.
E quem pensou que a vida de Liam não podia piorar, pense outra vez. Desde que começou a trabalhar para Laura, o garoto parece não ter mais sossego nenhum. A princípio, ele passou o episódio todo servindo de carregador de bolsas para a garota, que afirmou ser aquele o seu mais novo empreendimento de sucesso. Ele teve algum destaque quando ganhou um dos prêmios do The Undies-, mas continuou sendo um mero carregador de bolsas femininas até o momento certo. Quando Laura o chamou dizendo ser uma emergência ele não esperou que ela estivesse falando de algo mais sério do que simplesmente vender algumas bolsas. A coisa começou a ficar mais suspeita quando demos de cara com três garotos que mais tinham cara de marginais do que de pessoas interessadas em algumas bolsas bobas, mas não demorou muito para termos certeza de que aquilo era muito mais do que aparentava. Logo, Liam descobriu que Laura vendia drogas as quais escondia sob o forro das bolsas. Agora só nos resta esperar para ver o que vai acontecer. Será que Liam vai aceitar trabalhar para a garota sob essas circunstâncias? Correr o risco de ser pego com várias bolsas femininas cheias de drogas? Será que Laura tem um plano para chantageá-lo para não deixá-la sozinha nessa empreitada? Eu já tinha um mal pressentimento sobre essa garota, mas admito que eu não esperava uma cilada tão imensa. Uma dica para o Liam: corra para as colinas enquanto você ainda pode.
Quem apareceu muito pouco foi a Adrianna. Ela surgiu apenas para deixar que o Navid soubesse que ela continua com Victor e seu plano de emplacar nas paradas se sucesso e ser a melhor cantora que o país já viu – ela não disse com essas palavras, mas é mais ou menos o que ela quer da vida de qualquer forma. Claro que ela deixou o Navid grilado e meio com raivinha dela, mas depois do clima que rolou entre Navid e Silver por dois segundos, eu não me importaria que ele acabasse com a Adrianna mais uma vez.
Tem alguma opinião à acrescentar? Também acha que Teddy e Ian formam um casal fofinho? Acha que Navid e Silver pode rolar? Tem alguma ideia do que pode acontecer se alguém descobrir que a misteriosa garota é, na verdade, uma atriz pornô? Será que Dixon vai perdoar a Ivy? E Naomi vai dar uma chance pro Oscar? Não percam os próximos capítulos! Nem os próximos reviews!
A série que faz um sucesso estrondoso já desde o ano passado, está agora em sua segunda temporada e traz aos telespectadores uma temática que, para muitos, está já para lá de batida: o High School norte-americano. Mas não se deixem decepcionar por aí, folks, pois a proposta de Glee é até bastante ousada. Trata-se de uma série de comédia musical. Para os fans de musicais, um prato cheio, sem dúvida. Para os que detestam musicais, é algo para se conferir assim mesmo, uma vez que, diferente dos musicais que vemos por aí, as músicas de Glee não entram no meio das falas (ou seja, nada de diálogos cantados) e, além disso, traz somente músicas que tocam por aí, geralmente famosas em suas respectivas décadas, misturando todos os tipos de pop, rock, country e clássicos. Antes que sejam comparados também à famosa trilogia musical de pré-adolescentes High School Musical, deixe-me ressaltar que o objetivo em Glee é outro. Enquanto na trilogia o foco são os belos, charmosos e populares da escola (ou pelo menos inteligentes pra caramba), na série veremos como protagonistas os maiores alvos de bullying nas escolas dos EUA. Em um resumo de poucas palavras: nerds, gays, negros, deficientes, gordos, chatos, feios, excêntricos, entre outros.
Produzida pela FOX, a série começa na realidade com a execução do plano de um humilde professor de Espanhol do colégio McKinley High School, William Schuster (Will, para os colegas, Mr. Schue, para os alunos), que decide reviver o Glee Club (o coral) da escola. Considerando-se o costume norte-americano de achar que somente os perdedores participam do grupo, o começo para o professor é bastante complicado. Entram para o Glee Club logo no primeiro episódio os protagonistas da série, naturalmente: Mercedes Jones (negra e acima do peso), Kurt Hummel (gay), Artie Abrams (cadeirante), Tina Cohen-Chang (gótica, gaga e asiática) e Rachel Berry (garota estranha que se acha a maior estrela da Terra por saber cantar bem). Todos eles são os perfeitos excluídos na escola que vêem no Glee Club a chance de subirem na fama escolar. Todos querem os solos, querem provar que podem, querem andar com os jogadores de futebol e com as líderes de torcida. Um resultado esperado? Eles não se dão bem no começo. Percebendo que o grupo recém-aberto está às vias de ser um fracasso total, Will convence (leia-se chantageia) o capitão do time de futebol da escola, Finn Hudson, a entrar para o grupo quando escuta sua bela voz no vestiário masculino.
A trama vai além disso, é claro. Para começar, o diretor da escola, Figgins, apenas aceita que Will reabra o grupo se ele (o professor) puder vencer o campeonato nacional de Glee Club com aquelas crianças. A treinadora das líderes de torcida, Sue Sylvester, decide que vai acabar com o grupo a qualquer custo. Por quê? Simples, ela não gosta do Will e é a caricata "vilã" da história. Will tem ainda um esposa, Terri, e tem uma queda nada disfarçada pela psicóloga da escola, a cheia-de-TOCs Emma Pillsbury, que também gosta dele e que tem como admirador nada secreto o treinador do time de futebol, Ken Tanaka. Finn, por ser o capitão do time de futebol da escola, é também o garoto mais popular e namora a garota mais popular, a capitã das líderes de torcida (as cheerios), Quinn Fabray, que nada mais é do que uma arrogante insuportável nesse começo. Com Finn vem seu melhor amigo e também jogador de futebol, Noah Puckerman. E com Quinn Fabray, vêm outras duas cheerios, Santana Lopes e Brittany S. Pears.
Elenco explicado, as aventuras se seguem, com os dramas pessoais de cada um e, principalmente, a evolução das personagens que começam como esteriótipos fixos e que, aos poucos, vão se aprofundando e se tornando cada vez mais próximas de nós mesmos (ainda que tudo muito caricato).
Para quem gosta de música, o legal ainda é poder ouvi-los cantando suas próprias versões de músicas das bandas que conhecemos por aí: Aerosmith, Queen, Beck, Lady Gaga, Madonna, Tina Turner, Kiss, Britney Spears, Deep Purple, The Beatles, Barbra Streisand, entre outros.
Ainda tem o fator especial de ser bastante engraçado, cheio de humor negro e acessível à todos os públicos. Um detalhe importante: eu não gosto de comédia.
Confiram abaixo o trailer da primeira temporada:
A partir da segunda temporada, que estreou nos Estados Unidos no dia 21 de Setembro de 2010, novos personagens foram inclusos, muita coisa mudou, mas basicamente, tudo continua da mesma maneira. Abaixo, a promo da segunda temporada:
E, para os que estão acompanhando ansiosamente, aí vem o próximo episódio, chamado "Never Been Kissed"! Confiram a promo do 2x06:
SPOILER
Kurt ganhará seu primeiro beijo gay nesse episódio! Ansiosos? Eu também.
É isso aí, Gleeks! Continuem com a gente!
Minha avaliação da série: ótima para sensacional Minha dica: assistam, é sério.
O episódio dessa semana de Gossip Girl certamente foi a definição do que é “quente” nessa série. Foram aproximadamente 40 minutos de pura tensão sexual entre os casais, que acabou com uma cena final pra lá de “excitante”. Tudo que posso adiantar por enquanto é que um clássico piano de cauda esteve envolvido. War at the Roses teve a direção de Joe Lazarov, atingindo a audiência de 1.82 milhões de telespectadores.
Achei melhor começarmos pelas partes boas, então por que não começar com meus favoritos? Bem, neste episódio estaremos festejando o aniversário de 20 anos de Blair Waldorf (Parabéns, Blair!), e é claro que uma Queen Bee como ela (“Abelha Rainha” para aqueles que não estão familiarizados com os termos utilizados no Upper East Side) não deixaria de promover a festa mais badalada de Manhattan só pra variar. Quem imaginou que os preparativos de uma grande festa poderiam ser estressantes ainda não viu Blair Waldorf organizando uma festa em um período de abstinência de brigas com Chuck Bass. Acontece que os dois acabaram oficializando a trégua deles em cartório e tudo – a cena mais parecia a discussão de um contrato de divórcio e foi realmente hilária – , com uma pequena ajuda dos seus sempre amigos Serena e Nate, e como constavam nos termos, Blair fez questão de convidar Chuck para a sua festa. Porém, tudo que é bom sempre dura pouco e, durante a comemoração, um certo vídeo embaraçoso da aniversariante foi exibido para os convidados, e em quem vocês acham que ela pôs a culpa daquela brincadeira de mal gosto? Uma nova troca de farpas rolou entre Blair e Chuck, mas embora Dan – sim, aquele Dan que tinha dado uma lição de moral na irmã episódio passado – tivesse assumido a culpa pelo ato de má fé, não foi o bastante para evitar que o casal se encontrasse no fim do episódio e o clima esquentasse entre os dois. Primeiro, com declarações fervorosas de ódio mútuo para depois seguirem-se amassos selvagens sobre o piano de cauda. Pois é, quem disse que apenas uma linha tênue separa o amor e o ódio com certeza estava falando desses dois. Se esse é o primeiro passo para a reconciliação eu mal posso esperar pelos outros. O que posso adiantar, e isso eu confirmo após ter visto a promo da próxima semana, é que essa relação de “inimigos com benefícios” ainda vai dar muito o que falar, e assistir (ainda bem).
E já que citamos o Dan no último parágrafo, tenho que dizer que estou mesmo muito insatisfeita com a regressão que ele teve do episódio passado para este. Quero dizer, depois de ter dado toda aquela lição de moral na Jenny por ela ter novamente se inclinado para o seu lado “bitch”, fazendo-a cair na real, eu não esperava que ele mesmo fosse contradizer completamente suas próprias palavras e tentar aplicar um golpe em Blair e Chuck. Não é assim que a banda toca não, meu chapa. Quando você teve sua chance de apoiar sua irmã em sua vingança pessoal, você decidiu ser superior a tudo isso, e agora quer pagar tudo na mesma moeda? Que vergonha, Humphrey! Felizmente, e eu espero que continue assim, Dan reconheceu que sua atitude fora completamente infantil e decidiu tirar um tempo para permanecer no Brooklyn e repensar sobre suas atitudes. Ao contrário do que eu tenho visto de opiniões por aí, eu não acho que o Rufus foi muito severo ao comparar Dan com Blair, Chuck e Nate depois do que ele fez. Dan sempre fora cheio de princípios e essa foi a primeira vez em que eu o vi francamente querer fazer o mal pra alguém simplesmente porque acha que pode – não que a Blair não merecesse às vezes ser envergonhada em público, mas expô-la dessa maneira foi baixo, até para o Dan. De qualquer forma, ele prometeu se comportar. Vamos ver até quando essa promessa vai durar.
Como último tópico, eu tenho que dizer que a trama Nate/Juliet/Ben/Serena/Colin/... vem me deixando cada vez mais confusa, então vou tentar simplificar com o que eu entendi. No fim das contas, Juliet não é contratada de Colin, mas sim sua prima. É Colin quem paga suas contas e sustenta os estudos da prima, mas ele aparentemente desconhece que Juliet e Ben estão tramando algo contra Serena, ou melhor, ele desconhece até que Juliet tem falado com Ben na prisão – aparentemente ele também não curte muito o primo. Até um certo momento, Juliet não tinha a menor noção de que Serena e Colin estavam tendo um caso, mas eventualmente ela acaba descobrindo e se vê numa senhora sinuca de bico: de um lado, seu irmão Ben, clamando por justiça – ou melhor dizendo, vingança por algo que Serena fez contra a família deles e que até o momento não foi revelado – e pedindo para que Juliet, de alguma forma, consiga provas de que Serena está tendo um caso com um professor; e do outro Colin, seu primo, podendo ter sua carreira, assim como a fonte de seu sustento posta em risco por ser flagrado em um caso com uma aluna. Não bastasse a expectativa em saber se Juliet realmente vai entregar Serena e o primo Colin à reitoria, ainda persiste o mistério sobre o porquê de tanta vingança e ódio no coração desses irmãozinhos. E onde entra o Nate nessa história toda? Bom, ele continua sendo a barata tonta da vez não tendo a menor noção do que está acontecendo. A única coisa boa que aconteceu foi ele descobrir sobre a ligação entre Juliet e Colin e, principalmente, sobre Serena e Colin, de modo que a qualquer momento ele pode contar a Serena o que viu.
Apesar da confusão, o episódio rendeu vários questionamentos, o que eu particularmente adoro. Contudo, eu espero que toda essa espera pela conclusão do que, de fato, é todo esse mistério em torno da vingança dos irmãos Juliet e Ben valha à pena. Quanto à trama de Blair e Chuck, vejo um ótimo futuro pela frente, finalmente (e se vocês assistirem a promo do próximo episódio “Juliet Doesn’t Live Here Anymore” também verão). Se vocês tiverem alguma opinião sobre o episódio, que tal fazer uma escritora feliz deixando o seu comentário?
O episódio desta semana de Gossip Girl contou com o retorno de uma personagem do elenco original que pensávamos estar banida para sempre de toda essa trama. E com um título como esses, fica bem mais fácil saber de quem estamos falando. Easy J trás de volta o maior pesadelo de Blair, literalmente. Jenny Humphrey retorna à cidade por apenas um dia para uma entrevista para uma escola de estilismo. Seu visual continua sujinho e ela realmente precisa aprender a maneirar um pouco na maquiagem, mas parece que passar as férias em Hudson a tornou uma pessoa mais zen, o que realmente contribui pra que a gente esqueça um pouco o quão péssima ela estava na última temporada.
Obviamente, que assim que soube da notícia, Blair Waldorf não encarou aquela infração de seu regime de banimento perpétuo numa boa e resolveu deixar as regras bem claras para Little J. reafirmando que se dependesse dela, a loira platinada nunca mais pisaria na ilha. Quem também ficou sabendo da notícia do retorno de Jenny foi Chuck Bass, e quem apostou que ela iria virar o motivo principal para que o ex-casal 20 da história e atuais arquiinimigos mortais começacem um novo confronto, acabou de ganhar um doce. Depois de uma sucessão de demonstrações explícitas de vingança de nível colegial, tendo Jenny como a vítima da vez, foi justamente ela – pasmem – quem acabou sendo uma peça crucial para o fim da guerra entre Blair e Chuck – e soltem os fogos de artifício – que já estava ficando bem cansativa apesar de só ter durado mesmo dois episódios. Na minha opinião, pontos positivos para a Jenny por ter finalmente tomado a decisão certa, embora ela tivesse contado com a ajuda de seu irmão Dan, ao invés de seguir à favor do curso do rio e quase se deixar transformar novamente naquela “bitchzinha” insuportável que ela costumava ser (é nisso que dá colocar poder demais nas mãos de quem não tem capacidade para controlá-lo). Creio que esse episódio foi só uma prévia para uma nova Jenny que está para ressurgir e ser novamente admitida no Upper East Side. Só esperamos que ela aproveite com moderação sua vida agora que está novamente com a ficha e a consciência limpa.
Quanto a Blair e Chuck, aproveitando que eles foram citados, depois que toda confusão com a Jenny finalmente acabou e ambos ouviram umas verdades, eles perceberam que não valia mais a pena continuar com essa guerrinha boba e acabaram aceitando a trégua. Se isso é um sinal de que agora eles estão mais próximos da reconciliação ou não, isso ainda não sabemos, mas pelo arrepio na espinha da Blair, eu imagino que vontade é o que não falta nesse coraçãozinho.
Quem estava esperando por mais uma tramóia armada pela nova vilã Juliet, teve uma decepção, ou não, pois nesse episódio ela deu um descanso para a galera do elenco original e decidiu só usar os métodos lights de mentira e enganação com o Nate. Gente, chega a ser inacreditável com o Nate consegue cair em todas as mentiras que ela conta. E por mais que ele demonstre o mínimo de desconfiança por ela, basta um olhar de cãozinho abandonado e ele já se derrete e esquece até mesmo do porque desconfiar. Vai ser trouxa, viu! Apesar disso, fica cada vez mais evidente que Juliet está sentindo algo por Nate, o que se mostra um empecilho e tanto para Ben, que já percebeu a fraqueza de sua irmã e está fazendo de tudo para manter o foco da garota em sua vingança pessoal, que até então não sabemos o motivo. De qualquer forma, a trama dos dois já está tomando um rumo meio chatinho, até porque você cansa de ver a que nível de babaquice o ser humano pode chegar quando se trata de outra pessoa que se suspeita gostar, e o Nate continua meio perdido e sem destaque nas tramas. (Suspeito que ter se tornado amigo do Dan não tenha sido uma boa pra ele afinal de contas, tadinho.) Até o pai dele tem mais destaque que ele na trama (sim, o capitão está de volta nesse episódio).
Agora vamos falar um pouco sobre os outros personagens, tipo a Serena, por exemplo. Pra variar um pouco, ela está tendo problemas com homens. A bola da vez é Colin, um cara que sempre roubava os táxis de Serena porque nutria uma queda inexplicável pela loira, de pernas longas e sorriso encantador, mas isso não é nenhuma novidade quando se trata da Serena. Depois de passar a noite com ele, ela acabou descobrindo que Colin seria seu professor na universidade. Quem já não estava esperando por isso, por favor, se mate. De qualquer forma, a Serena deve ter probleminhas, porque uma pessoa que passa a noite, uma única noite, com um cara o qual descobre no outro dia ser seu professor da faculdade e diz que pode estar “gostando dele” assim, sem mais nem menos, tem que ser muito iludida da vida (nem eu, que sou libriana, sou tão volúvel assim). Quem colocou um pouco de juízo na cabeça dela foi sua própria mãe, Lily, que num golpe de gênio resolveu usar um pouco de psicologia reversa e depois de dizer que Serena só conseguiria o que queria na vida porque era “bonita e burra” – usando, claro, palavras de sutileza e classe para exprimir aquele pensamento – fez com que Serena repensasse um pouco sobre se importar um pouco menos sobre garotos e começar a se preocupar um pouco mais com seu futuro. Eu só espero que isso tenha servido um pouco para que ela deixe de ser essa personagem vazia, que praticamente só serve para dar exemplo do que não fazer num relacionamento ou de com quem nunca se relacionar.
E já que começamos a falar do Colin, a grande bomba do episódio foi a descoberta de que ele contratou Juliet. Sim, nossa vilã, que está a todo custo tentando destruir a vida de Serena a mando de seu irmão Ben, está trabalhando para o novo namorado da dita cuja. Que mundo pequeno, não? Será que todos tem alguma relação com a destruição da vida social dela? Ou teria sido esta apenas uma estranha coincidência? Bom, o jeito é aguardar os episódios que estão por vir.
Não posso deixar de comentar que à medida que vou assistindo os episódios dessa temporada de 90210, confirmo minha teoria de que a série está cada vez mais superando minhas expectativas. Apesar do título, o episódio desta semana não possui enfoque maior sobre o Liam. Contudo, mais dicas e insinuações sobre ele, o irmão Charlie e o misterioso passado de ambos foram reveladas, nos deixando ainda mais curiosos sobre o que aconteceu e o que ainda está por vir.
Liam está passando por maus bocados. Sem ter para onde ir, está morando no próprio carro e mal tem dinheiro para sustentar a si mesmo. Além disso, desde o leilão de solteiros beneficente promovido pela Silver, ele não conseguiu se livrar de sua compradora, Laura, que insiste em acreditar que os dois possuem algum relacionamento. Disposto a resolver seus problemas, Liam decide procurar um trabalho e acaba sendo contratado para trabalhar como manequim vivo numa loja de roupas, com direito a peitoral desnudo e tudo mais. No mesmo dia, uma mulher chega à loja e, após ser bem atendida por Liam, ela acaba lhe convidando para trabalhar para ela e morar na casa da piscina, em sua casa. Apesar de suspeita (sim, até eu suspeitei que a coroa tivesse se interessado nele só de olhar), a proposta acabou sendo aceita por ele. Só mais tarde ele soube que a mulher era a mãe de Laura e que fora a pedido dela que contratara Liam para trabalhar em sua casa. Charlie, por sua vez, vive o clima de romance com Annie. Contudo, quando ela se propôs a assistir a leitura de uma peça na qual Charlie está trabalhando, ele não pareceu tão feliz. Annie, apesar disso, não deixou de ir dar uma espiadinha mesmo contra a vontade do namorado e se surpreendeu com o teor de violência sanguinária que Charlie empregava em seu projeto. Por um tempo ela até suspeitou que tivesse alguma veia para atrair caras problemáticos, mas depois de ter visto Charlie tomar uma atitude sensata e nada violenta diante da iminência de uma briga, ela esqueceu todo esse estresse e a noite acabou muito bem para o casal de pombinhos (e por “muito bem” vocês podem imaginar do que eu estou falando). O que, de certa forma, uniu os irmãos mais uma vez neste episódio foi o fato de que descobriu-se que tanto Liam quanto Charlie possuem cicatrizes muito suspeitas em suas costas, o que certamente simboliza o passado violento que ambos tiveram. O que ainda não sabemos é se a violência partiu deles ou de outros para com eles, mas parece que essa história ainda vai dar muito o que falar.
Após passar a noite com Oscar, na qual acidentalmente de propósito perdera sua preciosa virgindade - tudo bem, ela estava chateada, tava doida pra perder a “inocência” àquela noite, o Oscar é gostoso e rolava toda aquela tensão sexual entre ambos, mas cá entre nós, pra quem tava segurando o dote até encontrar o “príncipe encantado”, ela não pensou duas vezes antes de dar uma chance ao moreno australiano – Ivy estava toda sem jeito e tudo mais, mas crente que tinha dado a volta por cima depois do fora que levou do Dixon. Ela só não esperava que Laurel viesse bater na sua porta de manhã cedo e, pra piorar, lhe avisando que o próprio Dixon, em carne, osso e cor do pecado estava lhe procurando. O rapaz, depois de fazer uma síntese sobre o drama que ele passou no episódio anterior, revelando que não amava a Sasha e que só tinha dado o fora em Ivy porque estava com vergonha e medo de admitir que poderia ser HIV positivo, a loirinha surfista não poderia ter ficado com a cara mais no chão. Só que, antes que ela pudesse se manifestar de alguma forma, se é que isso seria possível nas atuais circunstâncias, Oscar aparece na sala e Ivy corta logo o papo todo mandando o Dixon embora com alguma desculpa. Mais tarde, Ivy revelou para Laurel o que aconteceu entre ela e Oscar, e a nossa mamãe hippie mandou seus mantras de “paz e amor” pro espaço enxotando o rapaz para fora de sua residência, fazendo-o prometer que não diria a sua filha o que ambos “fizeram no verão passado”. Só que todo mundo sabe que promessa de vilão não conta, e num momento “mãe consola filha”, o rapaz surge só pra semear a discórdia e revela, na cara dura e sem rodeios, sobre seu caso com Laurel, fazendo Ivy ficar com nojo da própria mãe e sair correndo dali. Por fim, Oscar revelou para a produtora as suas reais intenções e agora que finalmente havia conseguido arruinar a vida dela, estavam quites. Se este foi o fim da participação do Oscar como vilão da história toda, ainda não sabemos, mas a conclusão (?) dessa trama de vingança foi tão rápida que eu realmente não sei o que esperar do futuro desse personagem (se é que haverá algum).
Depois de um empurrãozinho do Ryan,Naomi decide visitar seu sobrinho Jack - ou Jacque, dependendo do progenitor ao qual você esteja coligado – e foi recebida, como sempre, com muito “amor” por sua irmã Jen. Basta ver como ela picotou o ursinho que a irmã mais nova trouxe de presente para o seu filho só porque acreditava que ele continha uma daquelas câmeras que espiam babás. Pois bem, apesar da Jen ser contra esse encontro titia-sobrinho, ela permitiu que Naomi o visse depois que a Debbie lhe deu uma regulada. Aliás, eu preciso comentar que a melhor coisa que aconteceu na vida da Debbie foi ter arrumado uma ocupação trabalhando com a Jen, dando um destino pra personagem dela, que durante toda a série era uma das coadjuvantes mais chatas (vê-la chamando a Jen de “bitch” foi impagável). Durante a visita, Jen acidentalmente escuta uma conversa entre Naomi e Silver onde elas acabam deixando escapar sobre o estupro de Naomi pelo Sr. Cannon. Nesse momento, os instintos super-protetores de irmã mais velha ressurgem com força total e com sangue nos olhos Jen decide tirar a história a limpo. Quem também afirma ter visto alguma coisa daquela noite foi Ryan – que também parece ter conseguido se encontrar na série – que apesar de bêbado reconheceu algo estranho no comportamento do Cannon àquela noite (o lance de fechar as persianas e tudo mais foi meio sinistro mesmo), e decidiu que daria suporte à história de Naomi caso ela decidisse denunciá-lo, coisa que ele incentivou um bocado. Assim como a Naomi eu também tenho minhas dúvidas se o depoimento de um professor, bêbado na ocasião e que não viu nada mais do que o Cannon fechando as persianas de sua sala, vá fazer alguma diferença, além do fato de que o Ryan corre o risco de ser demitido (afinal ele quebrou as luzes e tudo da escola), mas até eu já estou meio chateada com toda essa enrolação pra tomar uma decisão sobre o que fazer com toda essa história do Cannon.
Sabe aquela história da segunda temporada, “No drama Adrianna” (traduzindo para o nosso bom e velho portuga, “Adrianna sem drama”)? Pois é, a nossa cantora em ascensão Adrianna Tate Duncan está mostrando cada vez mais que não tem o menor jeito pra se manter longe de um bom drama. Aliás, outra coisa da qual ela não consegue se livrar é de seus problemas com vício, sendo que o da vez é o vício pela fama. Não bastou ter roubado o caderno de letras do Javier e assumido a autoria de suas músicas, sendo tão rapidamente descoberta pelo produtor musical e tio do presunto, Victor; mas acabou se tornando escrava deste segredo que apenas ambos compartilham, fazendo tudo o que o velho pervertido lhe propõe com a desculpa que é para “o bem de sua imagem no ramo musical”. Apesar da relutância da garota muitas vezes, a ameaça a sua carreira sempre faz com que ela recue e obedeça a todas as ordens de Victor, não fazendo questão nem de participar de uma sessão de fotos pra lá de sensuais. Quem não ficou nada feliz com a notícia de que sua namorada anda mostrando muito mais do que deveria por aí foi o Navid, que já vem a um bom tempo com a pulga atrás da orelha com toda essa história da Ade ficar defendendo o produtor explorador. Porém, não demorou muito para até ele ficar sabendo, com a ajuda de Silver, que estava rolando uma espécie de ameaça entre o produtor musical e a cantora e ir tirar satisfações com a Ade, que acabou explicando tudo e prometendo ao Navid que desistiria de sua carreira para fazer o que é certo: contar a verdade. Só que o que a Adrianna não sabe é que, como aconteceu com as drogas, ela já está completamente dependente da fama e não resiste quando Victor aparece com suas propostas visando a promoção do sucesso da garota. Tá na cara que essa história tem tudo pra dar errado, não é mesmo?
Nem Teddy e o seu consolo Ian, nem o Sr. Cannon apareceram nesse episódio, mas acho que os roteiristas acharam que seria desnecessário dar continuidade a todas as tramas da série em 40 minutos.
Audiência do episódio: 2,03 milhões Minha avaliação: Episódio ótimo.
Justo quando a gente pensou que já havia visto de tudo... vem esse episódio de Glee. Totalmente inovador, a começar pela primeira cena, que nem cena é. Mas vamos por partes. The Rocky Horror Glee Show foi um sucesso instantâneo. Inclusive entre os membros do elenco.
"Rocky Horror may be the fun most I've had to date.....hope you enjoy!" (Rocky Horror poder ser o episódio mais divertido que eu já fiz... espero que gostem!)
Dianna Agron (@alittlelamb), a Quinn Fabray, em seu estado de muita sonolência, tentou deixar claro o que pensou sobre o episódio (adaptações para a concordância do tweet dela).
"How many times have I seen RHPS?? Enough times to stock a small Q-Mart with supplies! Rocky Horror Glee Show tonight!!!" (Quantas vezes eu assisti Rocky Horror Glee Picture Show? O suficiente para encher um Q Mart* de suprimentos! Rocky Horror Glee Show hoje à noite!!!)
Chris Colfer (@chriscolfer), o Kurt Hummel, declarou o seu vício pelo episódio a níveis de exagero puro.
* Q-Mart é uma espécie de supermercado de alimentos, mas se chama "Super Q Mart" e ele chamou de "Small Q Mart", querendo dizer que seria uma versão reduzida da franquia.
A revista americana Rolling Stone também deixou sua opinião:
"The Rocky Horror Glee Show the best episode yet!" (O melhor episódio até agora!)
O bafafá não foi à toa.
É preciso ressaltar que eu não vi The Rocky Horror Picture Show original e presumo que a maior parte dos fans brasileiros também não. O que não nos impede de curtir o episódio como um todo. A título de curiosidade, esse é o site oficial do show original: http://www.rockyhorror.com/. Eu entrei, dei uma olhada nas fotos, mas não tive o empenho de ler tudo sobre o show. De qualquer modo, serve bem para compreender algumas das objeções que os personagens fazem no episódio.
Bem, o episódio começa com a cena de uma boca, com os lábios pintados de vermelho, cantando uma música. Por mais bizarro que isso possa parecer, ao acessar o site oficial do show a gente descobre que a boca é uma coisa deles. Terminada a música, aparece o bizonho título "The Rocky Horror Glee Show" e inicia-se o que parece ser um espetáculo, entrando em cena Rachel e Finn devidamente caracterizados e cantando. Mas a cena é interrompida por Carl (alguém lembra dele? O dentista bonitão, namorado atual da Emma), que entra gritando com o Will, que apenas assiste da arquibancada. O motivo? Will estaria se aproveitando de Emma. É mole ou quer mais? Daí o episódio vai para o começo de tudo, de onde surgiu aquela bizarrice toda.
Tudo começou, portanto, com a Emma contando para o Will que Carl a levou para assistir o Rocky Horror Picture Show, que aparentemente é um musical grotesco sexual de Halloween, e que, embora fosse totalmente divergente do TOC de limpeza e organização dela, Emma teria adorado. É nesse momento que Will percebe que Carl na verdade faz bem à sua amada (ambiguidade permitida, visto que ela é a amada dos dois). E então, num rompante de inspiração, o professor de espanhol diz que ele estava justamente fazendo esse show com as crianças do Glee Club. O resultado é que Emma fica chocada porque o show não é apropriado para elas, mas Will insiste que fez tudo certinho. Feito isso, ele convoca o grupo e os convida a participarem. Rachel se adianta e diz que ela e Finn interpretarão Brad e Janet, que sem graça alguma, são os mocinhos sem sal da história. Will sugere que Kurt seja o bizarríssimo máximo do show, o travesti Dr. Frank-N-Furter (foto ao lado da figura), que fica ofendido ("só por que eu sou gay?") e recusa o papel. Mike, o "other-asian", é quem se candidata a interpretá-lo, mas no final das contas quem fica com o papel (e nos traz um SHOW) é Mercedes.
Enquanto Will luta para fazer os pais e a diretoria da escola (e os próprios membros do Glee) concordarem com o show, Sue resolve comprovar sua teoria de que arte é feita apenas para ganhar dinheiro e passa a apoiar seu arquiinimigo na tarefa. Hilário é pouco para descrever a relação desses dois. Temos também a presença da graciosa Becky, que está virando uma Sue Sylvester em miniatura e decide se vestir dela no Halloween. É muito engraçado vê-la ameaçando acabar com os planos do Will se ele não lhe der chocolates (sim, chocolates).
Da parte dos estudantes, temos outros conflitos. Finn e Sam passam o episódio inteiro preocupados (principalmente o Finn) porque terão que aparecer sem camisa no show. Finn se acha fora de forma e Sam (que concorda que o Finn está fora de forma), começa a achar que está gordo (um absurdo completo, com aquele tanquinho ultra-definido).
Aliás, esse episódio foi cheio de corpos masculinos.
Além dos dois alunos aparecerem sem camisa, o próprio Will Schuester também nos dá uma ideia do que ele tem a mostrar. Tentando se aproximar de Emma a qualquer custo, Will decide também participar do musical (já que Carl acaba entrando para o elenco em um papel muito másculo e sexy). Alegando que Sam estava desconfortável com o papel, Will pega o lugar dele e pede a Emma que o ajude a ensaiar (foi, aliás, por causa dessa recusa, que Sam começa a achar que tiraram o papel dele porque ele está gordo). Nessa cena muito caliente, Emma nos mostra um lado muito mais sexy do que o que poderíamos esperar dela. Ela canta, se insinua e ainda arranca a camisa de Will no processo. E enquanto os dois "ensaiam", Santana e Brittany observam tudo pela janela, fazendo elas mesmas os backin' vocal da música que Emma canta. Atenção para o nome sugestivo: "Touch-a Touch-a Touch Me".
Fans de Brittana, fiquem felizes, as duas estão cada vez mais próximas e esse episódio mostra bem isso.
No final das contas, Will percebe que o show não é de fato apropriado para as crianças, pede desculpas a Emma, admite que Carl a faz bem (e que se ele a ama, ele tem que deixá-la ser feliz), e cancela o show que seria apresentado na escola na festa de Halloween. Sue Sylvester detesta a decisão, é claro, uma vez que por causa dela, seus planos vão por água abaixo. No entanto, Will decide que o Glee Club ainda poderá fazê-lo, para eles mesmos, sem mostrar aos outros.
Assim, termina o episódio com a apresentação de uma das música, em que quase todos os personagens cantam e que cujos solos principais são de Kurt Hummel e ninguém menos que Quinn Fabray. Para quem queria a loirinha cantando mais, esse episódio foi um prato cheio. E diferentemente de todos os outros episódios de homenagem a alguma coisa (ou alguém), em The Rocky Horror Glee Show, todos mundo teve a chance de cantar, cantar mesmo, em solos. Fora os figurinos, é claro, impecáveis.
Audiência do episódio: 11 milhões. Minhas avaliação: episódio ótimo para sensacional. Eu, particularmente, adorei. Músicas cantadas no episódio: "Damn It, Janet" por Finn Hudson e Rachel Berry com Quinn Fabray, Mercedes Jones e Kurt Hummell "Science Fiction" por Santana e Quinn Fabray "Sweet Transvestite" por Mercedes Jones "There's a Light" por Finn Hudson, Rachel Berry e Kurt Hummell "Touch-a Touch-a Touch Me" por Emma Pillsbury com Santana Lopes e Brittany S. Pierce "Whatever Happened to Saturday Night" por Dr. Carl "Time Warp" por Finn Hudson, Kurt Hummell, Quinn Fabray, Brittany S. Pierce, Artie, Tina Cohen-Chang e Santana Lopes
Nada como uma frase bem paradoxal para começar o blog no melhor estilo. Bom, pra começar, nada demais, apenas algumas considerações e dados para os (futuros) leitores. E lá vai.
Esse blog foi criado com o intuito de entretenimento dos idealizadores/criadores e dos leitores, por isso, manteremos a mais absoluta descontração possível por aqui. Além disso, o blog falará, predominantemente (isso porque não sei se um dia adicionaremos algo diferente ao blog), sobre séries de TV. Sim, os famosos seriados que você baixa no seu PC ou simplesmente assiste na sua televisão. Abordaremos o máximo que pudermos sobre os seriados que nós da equipe assistimos. Ah, quem é a equipe? Bom, você pode conferir ai do lado também, na nossa sidebar, mas vou dizer logo quem somos:
Campbell (Bernardo) Kate (Bianca) Deh (Déborah)
Bem, só para finalizar, especificando um pouco sobre o que falaremos. Traremos reviews, notícias, promo, trailers, vídeos, posters e claro, SPOILERS! Sim, traremos spoilers também, ainda que nem nós mesmos gostemos tanto deles, mas um ou outro não faz mal a ninguém, certo?
E pra finalizar, aí vai a lista de séries das quais os (Des)sintonizados vão escrever:
90210 Better With You Bones Brothers & Sisters Criminal Minds Fringe Glee Gossip Girl Grey’s Anatomy Hawaii Five-0 Hellcats House How I Met your Mother Lost Girl Mike & Molly No Ordinary Family Pretty Little Liars Private Practice Raising Hope Rizzoli & Isles Rookie Blue Smallville Supernatural The Big Bang Theory The Defenders The Event The Good Wife The Hard Times of RJ Berger The Mentalist The Vampire Diaries True Blood Two and a Half Men United States of Tara V Warehouse 13
Segunda-feira: 90210 3x08, Gossip Girl 4x08, Hawaii Five-0 1x08, House 1x06, How I Met Your Mother 6x08, Mike & Molly 1x08, The Event 1x07, Two and a Half Men 8x08;
Terça-feira: Glee 1x06, No Ordinary Family 1x06, Raising Hope 1x07, The Good Wife 1x07;
Quarta-feira: Criminal Minds 6x87, Hellcats 1x09, The Defenders 1x08;
Quinta-feira: Bones 6x06, Fringe 3x06, Grey's Anatomy 7x08, Private Practice 4x08, The Big Bang Theory 4x08, The Mentalist 3x08, The Vampire Diaries 2x09;
Sexta-feira: Smallville 10x08, Supernatural 6x08.
Lembrando que só teremos Better With You na próxima semana.